Intervenção Assistida por Animais

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O mês de setembro nos lembrou do grande poder da companhia de animais no tratamento de doenças como depressão, mas você sabia que os animais ajudam em tratamentos de muitas outras doenças? Existem até cães terapeutas!

Quer saber tudo sobre o assunto? Leia a matéria completa!

O que é Intervenção Assistida por Animais?

Também conhecida como Terapia Assistida por Animais, esse tipo de intervenção se baseia na presença de um animal como apoio em tratamentos de diversas especialidades, como psicologia, fisioterapia e geriatria, ou até dentro de empresas, trabalhando no controle dos níveis de estresse.

As atividades realizadas podem ser individuais ou em grupo, dependendo das necessidades do tratamento. As intervenções seguem regras e tem objetivos específicos de acordo com a condição que está sendo tratada.

Como funciona?

Ao contrário do que muito gente pensa, não basta apenas deixar o animal interagindo com os pacientes para que a intervenção seja efetiva. O animal deve estar sempre acompanhado pelo voluntário ou tutor com treinamento técnico e também do profissional responsável pela pessoa que está sendo tratada.

Todos os animais devem ser treinados para lidar com diferentes ambientes e pessoas. Não podem ter medo de estranhos, de barulhos altos e devem ser obedientes, capazes de aprender comandos simples como sentar, deitar e parar. O temperamento do animal também é muito importante, animais muito agitados não são indicados para a função.

Quais raças são ideais para as intervenções?

Não tem restrição de raça e muito menos de espécie. Já se sabe de cães, gatos, cavalos, golfinhos, jabutis, peixes, coelhos e aves terapeutas. Até mesmo lhamas e animais como cobras e aranhas. 

A escolha vai depender das necessidades e objetivos da terapia. Sem contar que o animal precisa gostar da atividade. Um animal de temperamento anti social nunca ficará confortável nas sessões, gerando estresse e não terá efeito terapêutico em quem precisa.

E se você está se perguntando se seu pet poderia ser um terapeuta, a resposta é sim. Desde que ele tenha o potencial terapêutico que mencionamos acima e que tanto animal quanto tutor passem pelos treinamento necessários.

E ter um pet em casa ajuda?

Ajuda e muito! No caso da depressão, foi realizado um estudo em Portugal, publicado na revista Journal of Psychiatric Research, onde um grupo diagnosticado com depressão severa foi dividido em dois. Nessa divisão, 40 pacientes adotaram um animal e os outros 40 continuaram o tratamento sem adotar.

O resultado foi surpreendente! O grupo que adotou pets mostrou melhoras significativas no quadro, enquanto a outra metade não revelou nenhuma evolução.

Existem muito estudos comprovando os benefícios dos pets para doenças psicológicas, mas um estudo de 1980 também mostra que pacientes com problemas cardíacos que têm animais em casa, tem uma taxa de sobrevivência e melhora a longo prazo muito mais alta.

Outras questões como solidão, luto e dificuldade de relacionamento com outras pessoas, podem ter melhoras notáveis quando se tem um pet por perto e temos muitos relatos de melhora na qualidade de vida de idosos que adotaram um animalzinho.

Depois de estudar sobre tudo isso, sabe em qual conclusão chegamos? Animais são tudo de bom! Independente de tamanho, raça e espécie.

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Até a próxima!